A terapia ocupacional parte de uma pergunta simples e decisiva: o que essa pessoa precisa e quer fazer no seu dia e o que está no caminho? Vestir-se, alimentar-se, brincar, escrever, trabalhar, participar da vida em casa e na escola. O trabalho consiste em tornar essas atividades possíveis.

A avaliação observa a pessoa fazendo, não apenas descrevendo, as atividades que importam para ela, no contexto mais próximo possível do real. São considerados o desempenho, o ambiente, os recursos disponíveis e as demandas da rotina. Com crianças, o brincar é ao mesmo tempo o meio de avaliação e a atividade central da infância.
O acompanhamento combina atividades terapêuticas, adaptações do ambiente, orientação à família e, quando indicado, recursos de tecnologia assistiva. Os objetivos são funcionais e concretos: algo que a pessoa não fazia, ou fazia com muita dificuldade, e que passa a ser possível. O diálogo com escola, casa e demais profissionais é parte do método.
Áreas de trabalho desta especialidade. A avaliação individual é que define os objetivos de cada acompanhamento.
Podem compor o plano terapêutico quando a avaliação indicar, nunca por padrão.
Se não souber se essa é a especialidade indicada, fale com nossa equipe: nós orientamos qual área faz mais sentido para o seu caso.