As distrofias musculares são condições genéticas que levam à perda progressiva de força muscular. O acompanhamento tem foco em preservar funcionalidade, conforto e participação ao longo do tempo.

Descrição educativa do que pode ser observado. Não é critério diagnóstico nem lista de sintomas para autoavaliação.
O acompanhamento é continuado e ajustado à evolução da condição. A fisioterapia trabalha manutenção de mobilidade, prevenção de complicações e conforto. A terapia ocupacional acompanha adaptações que preservem autonomia. A psicologia oferece espaço para a pessoa e para a família.
A composição do plano terapêutico depende da avaliação. Nem todo caso envolve todas estas áreas.
A avaliação é o ponto de partida. A partir dela definimos, junto com você, se há indicação de acompanhamento e com quais objetivos.