Equilíbrio e coordenação sustentam quase tudo o que fazemos em pé e em movimento. Quando falham, a insegurança aparece antes mesmo da queda e frequentemente leva a pessoa a evitar atividades, o que agrava o quadro.

Descrição educativa do que pode ser observado. Não é critério diagnóstico nem lista de sintomas para autoavaliação.
A avaliação identifica os fatores envolvidos e orienta um trabalho progressivo de equilíbrio, força, coordenação e confiança no movimento, com atenção específica à prevenção de quedas em pessoas idosas.
A composição do plano terapêutico depende da avaliação. Nem todo caso envolve todas estas áreas.
A avaliação é o ponto de partida. A partir dela definimos, junto com você, se há indicação de acompanhamento e com quais objetivos.