Andar é uma tarefa complexa que envolve força, equilíbrio, coordenação, sensibilidade e integração de vários sistemas. Quando algo nessa cadeia se altera, a marcha muda e isso repercute diretamente sobre segurança e autonomia.

Descrição educativa do que pode ser observado. Não é critério diagnóstico nem lista de sintomas para autoavaliação.
A avaliação identifica o que sustenta a alteração, força, equilíbrio, controle motor, dor, sensibilidade e orienta o trabalho. O treino de marcha pode ser feito com recursos de suporte parcial, como a gaiola de habilidades, permitindo praticar com segurança o que ainda não é sustentado de forma independente.
A composição do plano terapêutico depende da avaliação. Nem todo caso envolve todas estas áreas.
A avaliação é o ponto de partida. A partir dela definimos, junto com você, se há indicação de acompanhamento e com quais objetivos.