Neuromodulação dentro de um programa de reabilitação
Não é uma tecnologia isolada: entra como parte de um plano terapêutico, com indicação e acompanhamento.
A neuromodulação não invasiva utiliza estímulos controlados para influenciar a atividade do sistema nervoso sem a necessidade de procedimentos cirúrgicos.
Esse recurso pode ser integrado a programas de reabilitação com o objetivo de potencializar determinadas respostas terapêuticas, sendo estudado e utilizado em contextos relacionados ao controle da dor, funções motoras, equilíbrio, cognição e outras alterações neurológicas.
Sua aplicação pode fazer parte do acompanhamento de crianças, adultos e idosos, sempre de acordo com a condição clínica, os objetivos do tratamento e a avaliação individual de cada paciente.
Mais do que uma tecnologia isolada, a neuromodulação deve ser utilizada como parte de um plano terapêutico estruturado, com indicação profissional e acompanhamento adequado.


