Entre a sessão de hoje e a da próxima semana existe a vida inteira. É ali que boa parte do acompanhamento acontece.

Essa confusão gera culpa desnecessária. Nenhuma família precisa transformar a casa em clínica, nem preencher o dia da criança com exercícios.
Participar significa entender o objetivo do que está sendo trabalhado, oferecer oportunidade para que a pessoa tente, mesmo quando é mais rápido fazer por ela, incorporar as orientações na rotina que já existe e trazer de volta à equipe o que funcionou e o que não funcionou.
As melhores oportunidades geralmente já estão lá: o banho, a refeição, o caminho até a escola, a hora de brincar.
Acompanhar um processo de reabilitação é desgastante. Cansaço, medo, culpa e frustração fazem parte, e não são sinais de fraqueza nem de falta de amor.
Cuidador esgotado não sustenta processo nenhum. Pedir apoio, dividir tarefas, buscar acompanhamento psicológico, aceitar ajuda, não é desviar o foco do paciente. É condição para que o processo continue.
Alinhamento entre equipe, paciente e família não é uma gentileza, é parte do método.
Conte brevemente o que você procura. Nossa equipe orienta o próximo passo, mesmo que você ainda não saiba qual profissional precisa.